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GLOBO E FAMÍLIA - NADA A VER


Por: Pr. Gilson Bifano

Uma notícia muito interessante e altamente relevante foi publicada no site da BBC Brasil (www.bbcbrasil.com) no dia 30 de janeiro.

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, liderado por Alberto Chong e Eliana La Ferrara, mostrou que as novelas da TV Globo, que chegavam a 98% dos municípios do pais durante os anos 90, tiveram influência no aumento de divórcios no Brasil.

Segundo a notícia, a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram foi significativa onde o sinal da Globo era disponível.

Esse aumento do divórcio foi ainda maior em municípios pequenos.

Segundo o relatório final, o enredo das novelas frequentemente inclui critícas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.

No estudo, Chong e La Ferrara, analisaram 115 novelas entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis aos seus maridos.

"A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, as funções desempenhadas por mulheres emancipadas e uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras", diz a pesquisa.

Já sabíamos dessa triste associação. O que nos faltavam eram as pesquisas científicas, como a elaborada pelo BID.

Uma das cenas, transmitida pela Rede Globo, que nunca me esqueço, foi levada ao ar nesse período do estudo.

A cena se deu no seriado Malhação, destinado ao público adolescente. Um pai estava conversando com o filho na piscina. O tema era justamente o divórcio. O menino, de uns 7 anos, perguntou ao pai porque tinha se separado da mãe. O pai então respondeu: "Filho, casamento é igual sala de cinema. Você entra e se não gostar do filme, sai e vai para outra".

Quantos ouviram aquela frase e a adotaram com filosofia de vida?

O que chega, através do sinal da Globo, nos lares brasileiros, especialmente através das novelas, é todo o tipo de mensagem que contraria o ideal de Deus para o casamento, para a família e para a expressão sadia da sexualidade.

O que podemos fazer diante dessa constatação?

O primeiro passo é conscientizar-se do perigo das novelas para a construção de famílias saudáveis. As famílias, especialmente as cristãs, precisam se conscientizar desse fato.

Segundo, precisamos, como famílias cristãs, barrar a entrada das novelas no cotidiano da família. Concordem ou não, as novelas são mais que entretenimento. São veículos de transmissão de valores, de ideologias. Na maioria das vezes, diabólicas!

Terceiro, precisamos criar na família um espírito crítico quando recebemos uma mensagem que não coaduna com os valores cristãos. Esse espírito critico precisa ser desenvolvido na família, especialmente com os filhos.

Quarto, os pastores e igrejas precisam alertar publicamente às famílias dos prejuízos que as novelas trazem para o fortalecimento da vida conjugal e familiar.

Por último, precisamos ensinar as famílias como usarem sabiamente o tempo quando o aparelho de televisão estiver desligado.

O slogan da Rede Globo é "Globo e você, tudo a ver". Mas, à luz do estudo publicado pelo BID e das nossas próprias constatações, poderíamos concluir o artigo afirmando "Globo e família, nada a ver". 

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"Lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ´Há maior felicidade em dar do que em receber." Atos 2035

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