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MENINO MALUQUINHO

MENINO MALUQUINHO

Por: Psic. Elizabete Bifano


É um filme simples, ingênuo, repleto de fantasias e até mesmo tolo, em alguns momentos, como todo menino e menina sabem ser.

Menino Maluquinho (95, BRA) é o retrato de toda criança que vive como uma criança.
Para os adultos, pode significar uma viagem de retorno às lembranças da infância, quando se podia correr, brincar, cair, desvendar mistérios e guardar  preciosos segredos como toda criança sabe fazer.

Para as crianças, pode ser um mergulho numa aventura, que mistura fantasia e realidade, mentira e verdade, alegria e tristeza, numa dosagem apropriada a um filme próprio para crianças.

Menino Maluquinho é um menino como tantos outros meninos, que vivem como meninos e não como pequenos adultos.  Ele tem uma sorte enorme de ter pais que o amam e o tratam como criança, que entendem as suas dificuldades e aceitam seu jeitinho de ser.

Quantos de nós também têm um menino (ou menina) maluquinho(a)?  O que estamos fazendo com eles?  Quem já parou para pensar assim?

Este é um filme que pode ensinar a todos àqueles que são pais, ou que lidam com crianças, a ter uma visão de como é uma autêntica criança, isenta das contaminações adultas.

Outra coisa que podemos aprender com este filme é como lidar com os problemas.  Quando o relacionamento dos pais fica difícil (e não vamos entrar aqui no mérito da questão sobre divórcio).  Menino Maluquinho dá uma grande lição, de forma bem simples, de como as situações conflitantes devem ser tratadas em família (incluindo os filhos): conversando, de forma clara, sem mentiras ou desculpas.  Até mesmo porque as crianças são espertas, inteligentes e sensíveis, muito sensíveis mesmo, a todo e qualquer sinal de que algo não vai bem.  Parece que eles têm anteninhas, sempre atentas e ligadas, com uma grande capacidade de captar os mais leves, sutis e imperceptíveis ruídos dos problemas que os pais, tão precariamente,  tentam disfarçar. Essas criaturinhas maravilhosas também são, espantosamente, comumente podemos perceber, capazes de resolver seus conflitos interiores (quando lhes dão tempo e espaço para digeri-los), como fez Maluquinho, em forma de versinho:  "Todo lado tem seu lado.  Eu sou meu próprio lado.  E posso viver ao lado, do seu lado, que era meu".

"E assim o menino cresceu.  E se tornou um cara muito legal.  Foi só aí que descobriram que ele não tinha nada de maluquinho.  Que ele foi só uma criança feliz."

 "Você acredita em tesouros escondidos?". Crianças são verdadeiros tesouros.  "São herança do Senhor".  Pena é que haja tantos desses tesouros escondidos, enterrados, sufocados;  tantas heranças desprezadas.

O que é preciso fazer para que uma criança seja feliz e se torne uma pessoa legal?  Talvez Menino Maluquinho responda esta pergunta para você.

Mas, se não se sentir motivado a ver o filme, não veja, apenas reflita em todas estas coisas e experimente olhar, com outros olhos, o "menino maluquinho"  que tem em casa, ou aí dentro de você. 

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